quarta-feira, maio 25

Análise psicológica dos fatos e a genética do Chutafoca

Eu tenho medo, muito medo.

São desses fatos que poderíamos simplesmente aceitar, considerar um quadro psicótico grave e não analisar as razões de ser.

Moro em São Paulo, divido um apartamento com um casal de amigos. Estava ela ontem cozinhando, situação corriqueira, a frigideira possuía óleo em seu interior, a chama estava ligada, ouve-se um estalo, é apenas uma pequena bolha oleosa que se rompe.

Eis que há a tentativa de um diálogo, infrutífero, claro, nada mais lógico, vira-se ela para a frigideira e a questiona em tom de espera de resposta: Por que você faz isso?

Quando percebi o fato me senti extasiado, mas não aceitei e resolvi analisar o porquê. Pensei em vários possíveis quadros de psicose grave, mas não a consegui encaixar num perfil que explicasse tal alucinação e sabia eu que não é uma questão relacionada ao uso de entorpecentes.

Numa conversa posterior na mesma noite descobri a razão do tal: ela é parente direta dos nossos antigos colaboradores KrashNeo e Chocomix. Significa que ela possui 50% do sangue Chutafoca! Acrescente a isso que mora no mesmo apartamento que eu, então ela possui 75% de influência chutafoquística.

Moral da história: tenha medo de pessoas que conversam com frigideiras, tenha medo de pessoas que são parentes dos colaboradores do Chutafoca, mas tenha muito, muito medo de alguém que é os dois em uma pessoa só.