segunda-feira, agosto 22

Um domingo qualquer



É bom pensar enquanto se dirige, ainda mais pelas tristes estradas retas do interior de São Paulo em uma tarde fria de inverno.

Pensei no rei hoje no diálogo que se sucede:

- Fico pensando em como será quando o Roberto Carlos morrer, certamente vai ser muito chato, várias encheções de saco - disse eu.
- Ah sim, especial de 1 semana, 1 mês, 1 ano, 2 anos, 3 anos... Todo fim de ano terá especial dele como várias cantoras da moda prestando homenagem, etc etc etc.
- Nem me fale, ainda bem que para isso existem 3 alternativas possíveis:
1- Mudar de país, certamente demoraríamos para saber do fato desde que não vejamos nenhuma notícia na net e não encontremos nenhum brasileiro que certamente iria dizer: cara, ficou sabendo que o Roberto Carlos morreu? Teve homenagem de 1 semana, 1 mês, bla bla bla, ou talvez
2- Não ler mais notícia alguma, cortar relações com redes sociais, não estar no mesmo ambiente que quase todo mundo. Bem, isso iria exgir um certo isolamento do mundo e considero a opção mais difícil. O bom é que temos a terceira opção, certamente a mais plausível e fácil, a única que não tem poréns,
3- Torcer pro Roberto Carlos nunca morrer!

Conclusão do final de semana: a Idade Média não teria sido o que foi se existissem s designers de produtos.